domingo, 30 de setembro de 2007

A paz que tenho hoje


A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia…

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.
Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.
A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé…

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou…
É assumir responsabilidades e cumprí-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.
É ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem. É ter um coração que ama…
É não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.
É aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer…
É ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade…
É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer…
É admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências…

A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições
.
É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos…
É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é a confiança naquele que criou e governa o mundo…
A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a ela tiver oferecido.
Às vezes, para manter a paz que hoje mora em meu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.

Lembre-se de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes, quando alguém estiver irritado, quando a maledicência lhe procurar, quando a ofensa o atacar, quando a crítica o ferir, quando escutar uma calúnia, quando a ignorância o acusar, quando o orgulho o humilhar, quando a vaidade o provocar.

O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Mulheres Celtas


Este texto foi passado para mim pela querida amiga Maria de Fátima (Fafá).

Ela ressalta que essas celtas têm uma grande sabedoria e que por serem de um tempo muito distante já tinham olhos para um futuro ideal onde a mulher deveria viver em igualdade com o homem.


É uma leitura bem interessante.

Abaixo deixo mais um link para quem quiser complementar.





As mulheres de origem celta eram criadas tão livremente como os homens.

A elas era dado o direito de escolherem seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam.

Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casa e mães.

Assim aprendiam:

"Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade.

Jamais permita que algum homem a escravize. Você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.
Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?

Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca fará você sorrir.
Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado. Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?
Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe.
Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você.Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos. O Amor é o único que pode falar mais alto.
Jamais permita que paixões desenfreadas transformem você de um mundo real para outro que nunca existiu.
Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.
Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai.
Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida.
Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la.
Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você.
Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, oressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe em você.
E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade ser mulher."

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Travessias da Vida



Mais um lindo texto para reflexão enviado pela minha amigona Yara


As oportunidades da vida são como as brisas nas noites quentes de verão, elas vêm e vão e precisamos aproveitar cada minuto quando estão presentes para nos preparar para o depois.
E quantas vezes elas chegam, vemos, somos conscientes, mas não fazemos nada. Duvidamos, simplesmente, de nós!
São nossas barreiras emocionais, a insegurança, o medo, a falta de fé, que paralisam nossas pernas. Mas Deus jamais nos diz para atravessar sem que Ele mesmo nos forneça os meios para chegar do outro lado. Se não vamos, é porque confiamos demais nesse nosso lado humano e de menos na nossa parte que mais se parece com Deus, nosso lado espiritual.
A guerra que se estabelece na nossa cabeça nos momentos de escolha é muito comum e todo mundo passa por isso, sem exceção. Há um lado que nos impele de ir em frente e o outro que nos enche de dúvidas. "E se?" "E se não der certo?" "E se eu não for capaz?" "E se não for isso?" As desculpas que nos achamos para nos fazer desanimar são quase sempre mais evidentes e, não raro, muitos se apegam a elas e param no meio do caminho, ou seguem outra direção, como aconteceu com Jonas.
Penso em Moisés, quando Deus pediu que fosse libertar o povo de Israel. Ele duvidou e tentou se desculpar dizendo que tinha problemas para falar. Mas o Senhor, com Sua infinita sabedoria, retrucou que ele não estaria sozinho. E não estava mesmo. E foi, libertou o povo, o conduziu. Cumpriu assim a sua parte e tornou-se parte da história da humanidade.
É nosso bom relacionamento com Deus que faz a diferença. Como no amor ou amizade, onde quanto mais próximos estamos de uma pessoa, mais acreditamos nela, mais confiamos.
Quando as oportunidades baterem à sua porta, antes de dizer não com um monte de desculpas que nem você mesmo acredita, olhe para o alto. Se uma vozinha responder dentro do seu coração e sua alma se encher de paz, é que você fez a boa escolha. Vá, então, em frente! Não espere ver todas as soluções de uma vez só, as flores nascem cada uma a seu tempo e há frutos para todas as estações.
Deus, que olha por você, vai plantar no seu caminho, vai te dar coragem, vai te motivar e te empurrar quando for preciso. Ele nunca nos prometeu um caminho sem dificuldades, um mundo sem aflições, mas nos disse para termos bom ânimo.
Moisés, guiado por Deus, atravessou o mar. Não há nenhuma razão para que não atravessemos a vida como mais que vencedores.

Letícia Thompson

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Tudo passa...


Um fazendeiro fazia coleção de cavalos, e só faltava um exemplar de uma única determinada raça para completar sua coleção.


Um belo dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo, então ele perturbou seu vizinho até conseguir comprá-lo.


Um mês depois o cavalo adoeceu, então ele chamou o veterinário:


“Bom, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo”.


Neste momento o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e nada. O porco se aproximou do cavalo e disse:


“Força, amigo! Levanta daí!”.


No segundo dia, ministraram o remédio e nada adiantou. O porco se aproximou e disse:


“Vamos lá, amigão, levanta se não você vai morrer!”.


No terceiro dia repetiram a dose e o animal não apresentava melhora.


O veterinário chegou e disse:


“Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo porquê ele tem uma virose e pode contaminar os outros cavalos”.


O porco se aproximou e disse:


“Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem!”.


De repente o cavalo deu um pulo e saiu correndo.


O dono gritou:


“Milagre! O cavalo melhorou!


Isso precisa de uma comemoração.


Mata o porco, vamos fazer uma festa”.


O personagem do porco eterniza aquelas pessoas que têm o espírito nobre, que aprenderam a viver o momento presente e que possuem o coração puro.


A intenção vale mais que o resultado.


Quando abrimos os olhos de manhã, não sabemos quanto tempo temos pela frente.


Não sabemos se chegaremos até a hora do almoço, por exemplo.


Não sabemos se veremos a pessoa de quem gostamos.


Não sabemos se o projeto do nosso dia será realizado.


Infelizmente, o perigo nos ronda por todos os lados.


Então, quando abrimos os olhos, de manhã, já é uma graça de Deus!


O que devemos fazer?


Viver cada minuto, cada pedaço do tempo, cada instante e cada parcela da nossa respiração como se fosse o último tempo, o último dia que nos foi concedido.


Viver esse momento com intensidade de quem ama de modo profundo, de modo apaixonado, entregando-se totalmente.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

O mal é ausência de Deus


Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

“Deus fez tudo que existe?”.

Um estudante respondeu:

“Sim, fez! Deus fez tudo”.

O professor replicou:

“Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal”.

O estudante calou-se e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado que a fé era um mito.

Outro estudante comentou:

“Posso lhe fazer uma pergunta, professor?”.

“Sem dúvida”, respondeu.

O jovem bradou: “Professor, o frio existe?”.

“Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?”.

O rapaz explicou:

“Na verdade, professor, o frio não existe.

Segundo a física, o que consideramos frio é, na realidade, a ausência de calor.

Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia.

O frio realmente não existe.

Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor”.

E o aluno continua:

“E a escuridão, existe?”.

O professor respondeu: “Mas é claro que sim”.

O menino sorriu:

“Novamente o senhor se engana, a escuridão não existe.

A escuridão é a ausência de luz.

Podemos estudar a luz, mas a escuridão não.

O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda.

A escuridão não.

Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço?

Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local.

Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente”. Finalmente, o estudante perguntou:

“Diga, professor, o mal existe?”.

Ele respondeu:

“Claro que existe.

Vemos roubos, crimes e violência em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal”.

Então o estudante respondeu:

“O mal não existe, ou ao menos não existe por si só.

O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus.

Deus não criou o mal.

O mal resulta de seres humanos que não tenham Deus presente em seus corações e mentes.

É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz”.

domingo, 23 de setembro de 2007

Saudando a Primavera




A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la.




A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.




Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.




Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur.




Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação.




Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.




Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.




Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.




Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim.




Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.




Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul.




Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra.




Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume.




E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.




Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade.




Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.







Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

sábado, 22 de setembro de 2007

A minha felicidade não é a sua


Minha queridíssima amiga Yara que está morando em Minas (que saudade!!), mandou este texto fantástico de Martha Medeiros.

No mais recente livro de Carlos Moraes, o ótimo "Agora Deus vai te pegar lá fora", há um trecho em que uma mulher ouve a seguinte pergunta de um major:-


"Por que você não é feliz como todo mundo?" A que ela responde mais ou menos assim:


- "Como o senhor ousa dizer que não sou feliz?

O que o senhor sabe do que eu digo para o meu marido depois do amor?

E do que eu sinto quando ouço Vivaldi?

E do que eu rio com meu filho?

E por que mundos viajo quando leio Murilo Mendes?

A sua felicidade, que eu respeito, não é a minha, major.

"E assim é.

Temos a pretensão de decretar quem é feliz ou infeliz de acordo com nossa ótica particular, como se felicidade fosse algo que pudesse ser visualizado.

Somos apresentados a alguém com olheiras profundas e imediatamente passamos a lamentar suas prováveis noites insones causadas por problemas tortuosos.

Ou alguém faz uma queixa infantil da esposa e rapidamente decretamos que é um fracassado no amor, que seu casamento deve ser um inferno, pobre sujeito.

É nestas horas que junto a ponta dos cinco dedos da mão e sacudo-a no ar, feito uma italiana indignada:


- Mas que sabemos nós da vida dos outros?


Nossos momentos felizes se dão, quase todos, na intimidade, quando ninguém está nos vendo.

O barulho da chave da porta, de madrugada, trazendo um adolescente de volta pra casa.

O cálice de vinho oferecido por uma amiga com quem acabamos de fazer as pazes.

Sentar-se no cinema, sozinho, para assistir ao filme tão esperado.

Depois de anos com o coração em marcha lenta, rever um ex-amor e descobrir que ainda é capaz de sentir palpitações.


Os acordos secretos que temos com filhos, netos, amigos.

A emoção provocada por uma frase de um livro.

A felicidade de uma cura.

E a infelicidade aceita como parte do jogo - ninguém é tão feliz quanto aquele que lida bem com suas precariedades.

O que sei eu sobre aquele que parece radiante e aquela outra que parece à beira do suicídio?

Eles podem parecer o que for e eu seguirei sem saber de nada, sem saber de onde eles extraem prazer e dor, como administram seus azedumes e seus êxtases, e muito menos por quanto anda a cotação de felicidade em suas vidas.


Costumamos julgar roupas, comportamento, caráter - juízes indefectíveis que somos da vida alheia - mas é um atrevimento nos outorgar o direito de reconhecer, apenas pelas aparências, quem sofre e quem está em paz.


A sua felicidade não é a minha, e a minha não é a de ninguém.

Não se sabe nunca o que emociona intimamente uma pessoa, a que ela recorre para conquistar serenidade, em quais pensamentos se ampara quando quer descansar do mundo, o quanto de energia coloca no que faz, e no que ela é capaz de desfazer para manter-se sã.


Toda felicidade é construída por emoções secretas.


Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só com a nossa permissão.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

A partir de hoje


Texto enviado pela querida amiga Shirley




Hoje "me dei um tempo" para pensar na vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer, vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.
Para começar, não vou mais olhar para trás. O que passou é passado...
Se errei, agora não vou conseguir corrigir. Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim e então fazer deles um aprendizadopara o "meu hoje"...
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como "eu" gostaria... e daí?...
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas não vou tentar mudá-las...
Pode ser até que ficassem como eu gostaria que fossem e deixassem de ser as pessoas que eu amo. Isso eu não quero...
Mudo eu... mudo meu modo de vê-las... respeito seu modo de ser...
Mas não pense que vou desistir de meus sonhos! Imaginem!
A partir do próximo amanhecer, vou lutar com mais garra para queeles aconteçam. Mas vai ser diferente!
Não vou mais responsabilizar a mais ninguém por minha felicidade.

EU VOU SER FELIZ!
Não vou mais parar a minha vida porque o que desejo não acontece...
Porque uma mensagem não chega, porque não ouço o que gostaria de ouvir...
Vou fazer meu momento...
Vou ser feliz agora...
Tereis outros dias pela frente!
Nunca mais darei muita importância aos problemas que não tenho conseguido resolver...
A partir do próximo amanhecer, vou agradecer a Deus todos os dias por me dar forças para viver, apesar dos meus problemas...
Chega de sofrer pelo que não consigo ter, pelo que não ouço ou não leio...
Pelo tempo que não tenho e até de sofrer por antecipação, pensando sempre, apenas no pior...
A partir do próximo amanhecer, sou vou pensar no que tenho de bom...
Meus amigos, nunca mais precisarão me dar um ombro para chorar. Vou aproveitar a presença deles para sorrir, cantar, para dividir felicidade!
A partir do próximo amanhecer vou ser eu mesmo...
Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição...
Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas porque acho que sei o que os outros querem ouvir...
A partir do próximo amanhecer vou viver minha vida...
SEM MEDO DE SER FELIZ!!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

O Sonho dos Ratos






Esta linda fábula foi enviada pra mim pela queridíssima Gisela Patrício, que não

está mais no Orkut mas que continua fazendo parte de minha vida.




Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do soalho de uma velha casa.

Havia ratos de todos os tipos, grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, do campo e da cidade.

Mas ninguém ligava às diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum:

Um Queijo Enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes.

Comer o queijo, era a suprema felicidade.

Bem pertinho é modo de dizer.

Na verdade, o queijo estava muito longe, porque entre ele e os ratos estava um gato.

O gato era malvado, tinha os dentes afiados e não dormia nunca.

Por vezes, fingia dormir, mas bastava que um ratinho, mais corajoso, se aventurasse para fora do buraco, para que o gato desse um pulo e… era uma vez um ratinho!

Os ratos odiavam o gato.

Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam.

O ódio a um inimigo comum tornava-os cúmplices de um mesmo desejo:

A Morte do Gato! Como nada podiam fazer, reuniam-se para conversar.

Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem…), e chegaram mesmo a escrever livros com crítica filosófica sobre gatos.

Diziam que, um dia chegaria, em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais.

”Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam, “então todos seriam felizes”…

- O queijo é grande o bastante para todos, diziam uns.

- Socializaremos o queijo, diziam outros.

Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.

Era comovente ver tanta fraternidade.

Como seria bom quando o gato morresse, sonhavam eles. Nos seus sonhos, comiam o queijo e quanto mais o comiam, mais ele crescia. porque essa era a principal característica dos queijos imaginados…

Não diminuem…crescem sempre!

E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando:

” Ao queijo, já!”…

Sem que ninguém pudesse explicar como, o facto é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha desaparecido.

O queijo continuava lá, mais belo do que nunca.

Bastaria dar apenas uns passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor.

Aquilo poderia ser um truque do gato.

Mas não era!

O gato tinha desaparecido mesmo.

Chegara o dia glorioso! E dos ratos surgira um brado retumbante de alegria.

Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.

E foi então que a transformação aconteceu! Bastou a primeira mordidela.

Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados.

Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.

Assim, quanto maior for o número de ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um.

Os ratos começaram a olhar uns para os outros, como se de inimigos se tratassem.

Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido.

E os olhares se enfureceram…

Arreganharam os dentes…

Esqueceram-se do gato.

Passaram a ser os seus próprios inimigos.

A luta começou!

Os mais fortes expulsaram os mais fracos, à dentada.

E, acto contínuo, começaram a lutar entre si.

Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a Ordem.

O Projecto de Socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:

“Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários, para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.

Mas, como jamais rato algum abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar à espera…

Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que tinha acontecido.

O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o estilo do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra…

Os ratos magros não conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora.

E compreenderam, então, que não havia diferença alguma.

Pois todo o Rato que fica Dono de Queijo torna-se Gato!

Não é por acaso que os nomes são tão parecidos.


quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Eternidade



Recebi esta linda mensagem de um querido amigo virtual: Carlos Felici

O que eu tenho não me pertence,
embora faça parte de mim.
Tudo o que sou me foi um dia emprestado
pelo Criador para que eu possa dividir
com aqueles que entram na minha vida.

Ninguém cruza nosso caminho por acaso e
nós não entramos na vida de alguém
sem nenhuma razão.
Há muito o que dar e o que receber;
há muito o que aprender,
com experiências boas ou negativas.

É isso... tente ver as coisas negativas
que acontecem com você como algo
que aconteceu por uma razão precisa.
E não se lamente pelo ocorrido;
além de não servir de nada reclamar,
isso vai te vendar os olhos
para continuar seu caminho.

Quando não conseguimos tirar da cabeça
que alguém nos feriu,
estamos somente reavivando a ferida,
tornando-a muitas vezes bem maior
do que era no início.
Nem sempre as pessoas
nos ferem voluntariamente.

Muitas vezes somos nós que nos sentimos feridos
e a pessoa nem mesmo percebeu;
e nos sentimos decepcionados
porque aquela pessoa não correspondeu
às nossas expectativas.
Às nossas expectativas!!!

E sabemos lá quais eram as suas expectativas?
Nos decepcionamos e decepcionamos.
Mas, claro, é bem mais fácil pensar
nas coisas que nos atingem.
Quando alguém te disser
que te magoou sem intenção, acredite nela!

Vai te fazer bem. Assim, talvez,
ela poderá entender quando você,
sinceramente, disser que "foi sem querer".
Dê de você mesmo o quanto puder!
Sabe, quando você se for,
a única coisa que vai deixar
é a lembrança do que fez aqui.

Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo,
nunca negue uma ajuda ao seu alcance,
perdoe e dê de você mesmo.
Seja uma bênção!
Deus não vem em pessoa para abençoar,
Ele usa os que estão aqui dispostos
a cumprir essa missão.

Todos nós podemos ser Anjos.
A eternidade está nas mãos de todos nós.
Viva de maneira que quando você se for,
muito de você ainda fique naqueles que
tiveram a boa ventura de te encontrar

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Oi você!


Recebi este texto por e-mail de minha querida amiga Jane Voigt da Comunidade 1957



Oi a você...

Que está cansado.



Que trabalhou.


Que deu duro.


Que nem teve tempo, hoje, para sonhar um pouco.

Se tudo que queria agora era um carinho.



Ou um copinho de café de uma mão amiga.


Um bilhete dizendo o quanto é especial...


Oi!



Se seus olhos estão secos mas gostaria de chorar.


Se queria um abraço sem segundas intenções.


Se os seus pés doem.


Se está cansado demais para ler um livro ou tomar um chá.


Oi...



De tempos em tempos, a vida recua, na esperança de que tomemos posse dela com mais ânimo.

É o clamor de um coração paciente, que espera nada do que compra o dinheiro.



Espera a doce paz do reconhecimento...


Por isso hoje vim para dizer...


Oi!



Oi você que é tão especial...


Que tem tantos talentos.


Tanta sensibilidade.


Um sorriso bonito.


Que tem dons maravilhosos!



Oi você que dribla e vence todos os problemas.


Que pensa em mudar e melhorar alguma coisa.


Que merece carinho, que merece atenção.



Oi você que é uma fagulha divina.


Que é amado e que ama.


Que tem mais qualidades que defeitos.


Que tem mais acertos que erros.


Que a cada dia desperta mais belo!



Oi amigo.


A vida é assim.


Às vezes o coração dói na falta não sei de quê.


Nada tão grande.


Talvez algumas migalhas de amor e de carinho...



Por isso hoje lhe trago a parcela do meu afeto.


Pois você faz a diferença em minha lista de momentos felizes, de pessoas bondosas, de personalidades maravilhosas .

Você é uma gota do meu oceano de amor e ânimo, do meu antídoto contra a dor de uma vida acelerada e por demais exigente.

Você é dádiva que o tempo jamais vencerá.



É bênção que não se repetirá.


É raio exclusivo do sol da amizade.



De tempos em tempos a vida se espanta de ver quanto amor encerra um simples...





Oi!
A você, com carinho e gratidão, por sua presença em minha vida, tornando melhores
meus momentos!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Sem braços, sem pernas, sem problemas...


Gostaria de compartilhar com vocês uma estória de vida que tem emocionado milhares de pessoas pelo mundo, principalmente aqueles em depressão ou sem forças para continuar a caminhada.

No dia 4 de dezembro de 1982, em Melbourne/Austrália, nasceu o menino Nick Vujicic.

Para surpresa dos médicos, nasceu sem os braços e pernas, por motivo desconhecido.

Os pais ficaram chocados, como todos, tinham certeza que o recém nascido não teria muito tempo de vida.

Ele sobreviveu, hoje tem 25 anos, venceu todas as barreiras. Seu depoimento é surpreendente:

“Na Austrália, a legislação não permitia que eu freqüentasse uma escola comum, devido minha incapacidade física.

Deus, milagrosamente, deu à minha mãe força para lutar pela mudança da lei.

Fui um dos primeiros estudantes incapacitados a conseguir essa integração.

Eu gostava de ir ao colégio, tentava viver como todos, mas, nos primeiros anos, enfrentei rejeição pela minha diferença física.

Foi muito difícil lidar com isso, mas, com a ajuda dos meus pais, comecei a desenvolver aptidões e valores que me ajudaram a superar essa época.

Eu sabia que era diferente por fora, mas, no meu interior, era exatamente igual aos outros.

Fui fazendo amigos, e com o tempo, os estudantes entenderam que eu era como eles. Houve momentos em que caí em depressão, pela raiva em não poder fazer nada para mudar meu físico.

Eu era a única criança assim na escola, até pensei em terminar com minha vida.

Dou graças a Deus pelos meus pais, que sempre estiveram presentes, me consolando e dando força.

Para compensar meus problemas emocionais de auto-estima e solidão, Deus me premiou com a emoção de compartilhar minha história e experiência na ajuda àqueles que também enfrentam a deficiência física ou até mesmo emocional.

Minha meta de vida é levar força para as pessoas, ensiná-las a converter tristeza em bênção, a conseguir fortalecimento e inspiração, a utilizar seu potencial ao máximo, a ter esperanças sempre e jamais desistir de seus sonhos e objetivos.

Sou conferencista motivacional, amo viajar para compartilhar minha história e dar meu testemunho em palestras para animar e fortalecer estudantes e adultos. Apesar de não poder andar e me mexer, tenho muitas metas por atingir.

Quero ser o melhor mensageiro do amor e da esperança.

Acabei de escrever meu primeiro livro, intitulado:

“Sem braços, sem pernas, sem preocupações”.

Acredito que se você toma uma decisão e tem paixão para insistir e persistir, conseguirá fazê-lo no tempo certo.

Infelizmente, algumas pessoas se impõem limites, sem nenhuma razão!

Livre-se das algemas que o estão prendendo, viva sua vida verdadeiramente”.



Se você deseja receber fotos do escritor Nick Vujicic ministrando palestras para milhares de pessoas, envie um e mail para jlordello@uol.com.br. Tenho certeza que vai se emocionar.

domingo, 16 de setembro de 2007

Ame incondicionalmente



Este texto é para Refletir e... Sentir



Um padeiro sempre dizia aos seus clientes que tinha muita vontade de conhecer um homem que era considerado sábio e vivia na região.


Certo dia, um mendigo entrou na padaria e, sem autorização, pegou um pãozinho e começou a comer. O proprietário indignado com tal atrevimento, expulsou o pobre homem.


Um conhecido, que esperava para ser atendido, comentou após a cena:


“Não vê que expulsou o mestre que queria conhecer?”.


Arrependido, o padeiro foi até a rua e, envergonhado, disse:


“O que posso fazer para que me perdoe, mestre”.


O sábio respondeu: “Me convide para um banquete amanhã”.


No dia seguinte, o mestre e um jovem discípulo foram à casa do padeiro e encontraram uma mesa farta e rica.


Durante a refeição, o discípulo perguntou:


“Mestre, como posso distinguir o homem bom do mau?”.


E o sábio explicou:


“Basta olhar este padeiro.


É capaz de gastar 10 moedas de ouro num banquete porque sou célebre, mas é incapaz de dar um pão para alimentar um mendigo com fome”.


No Evangelho segundo São João, capítulo 15, versículo 12, Jesus fala do amor fraterno, apresentando um de seus principais mandamentos:


“Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo”.


Um homem bastante idoso procurou um Pronto Socorro para um curativo em sua mão, que estava ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso.


Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa.


O paciente comentou que precisava ir a um hospital tomar o café da manhã com sua mulher, que estava internada há bastante tempo, pois sofria de “Mal de Alzeimer”, em estágio avançado.


O médico perguntou-lhe então se ela não ficaria chateada pelo fato de ele estar um pouco atrasado.


O homem explicou:


“Não, infelizmente ela já não sabe quem eu sou.


Há quase cinco anos ela não me reconhece...”.


Intrigado o médico replicou:


“Mas, se ela já nem sabe quem o senhor é, por que essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?”.


O idoso sorriu, deu uma palmadinha em sua mão e disse:


“É verdade...


Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem quem ela é“.

sábado, 15 de setembro de 2007

Sacuda a árvore


Um grupo de sapos resolveu organizar uma competição.


O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.


Uma multidão se juntou para ver e animar os participantes.


Foi dada a largada.


Na verdade, ninguém no mundo animal acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.


Eles diziam coisas como:


“Oh, é difícil demais”,


“Eles jamais vão chegar ao topo”,


“Eles não têm nenhuma chance de sucesso.


A torre é muito alta!”,


“O sol está muito quente.


Vai vencer todos os competidores”.


Os sapinhos começaram a cair.


Só alguns poucos continuaram a subir mais e mais alto.


A multidão continuava a gritar:


“É muito difícil!!!


Vocês não vão conseguir!”.


Outros sapinhos se cansaram e desistiram, somente um continuou a subir, e a subir... a persistência era sua principal arma, até que conseguiu atingir o topo da torre.


O primeiro sapo a desistir indagou ao campeão:


“Como você reuniu forças para atingir o objetivo?”.


O sapo vencedor olhava para o sapinho derrotado, mas não respondia uma palavra sequer.


“Me conta o segredo da vitória”, perguntou novamente o perdedor.


De repente, surge um sapo ancião e comenta baixinho:


“O sapinho campeão é surdo.


Ele não se deixou abater pelos comentários negativos e saiu vitorioso”.


O boxeador Cassius Clay fez o seguinte comentário após uma dura vitória:


“Quem desiste frente às dificuldades perde a confiança em si próprio; quem as enfrenta se fortalece”.


O amigo leitor já reparou que muitas pessoas neste mundo tentam jogar “água fria” nos sonhos dos outros?


Em diversas situações é bem melhor ser surdo, do que dar ouvidos àqueles que, ao invés de apoiar, tentam transformar os sonhos em verdadeiros pesadelos.


São seres negativos, que têm como objetivo principal desestimular e enfraquecer os ideais de conquista.


O filósofo Sêneca tem uma frase brilhante:


“Conversa com aqueles que possam fazer-te melhor do que és”.


O escritor brasileiro Mário da Silva Brito, nascido no início do século passado, fornece uma lição fabulosa a todos nós:


“De vez em quando a gente precisa sacudir a árvore das amizades, para caírem as podres”.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Semeadura



Quem planta árvores, colhe alimento.

Quem planta flores, colhe perfume.

Quem semeia trigo, colhe pão.

Quem planta amor, colhe amizade.





Quem semeia alegria, colhe felicidade.


Quem planta a vida, colhe milagres.


Quem semeia verdade, colhe a confiança


Quem semeia fé, colhe a certeza.


Quem semeia carinho, colhe gratidão.






No entanto, há quem prefira semear


Tristeza e colher amargura.Plantar discórdia e colher solidão.


Semear vento e colher tempestade.


Plantar ira e colher inimizade...

Plantar injustiça e colher abandono


Somos semeadores conscientes,







Espalhamos diariamente milhões de Sementes ao nosso redor.


Que possamos escolher sempre


As melhores, para que, ao recebermos


A dádiva da colheita farta,


Tenhamos apenas motivos para agradecer.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Ana Claudia


Que jamais te afastes





Que sejas sempre comigo





Não importa se com apenas uma mensagem





Ou que tantas sejam que ocupem muito do meu tempo





Mas te preciso





Pois és um dos bens mais precioso





Com o qual presenteou-me o céu





Tuas mensagens alegram-me a alma





Sejam de suas brincadeiras ou em calmas





De onde estou





Te sinto o bom humor





Mas também quando estás triste





E sabes porque é assim e existes





Para que eu possa contigo partilhar os meus dias





E também saber os teus





E te preciso todos os dias





E não importa a distancia





Muito menos o tempo





Fazes parte de minha vida és motivo de alegria em minha existência





Por isto te preciso





Minha PreciosaAmiga





Em todos os dias meus





E sei do mesmo modo





Também sou um pouco o mundo teu!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Declaração de amor para minhas amigas




(Dedico para as pessoas que em algum momento foram e continuam sendo especiais em minha vida)



Sabe aquelas que sempre te ajudam?


Sabe aquelas que choram com vc quando vc ta mal?

Sabe aquelas pra quem vc conta seus segredos?

Sabe aquelas com quem vc foi pra melhor viagem?

Sabe aquelas com quem vc passou os melhores dias?

Sabe aquelas com quem vc curtiu as sabe melhores festas?

Sabe aquelas que vc procura toda vez q ta feliz?

Sabe aquelas que tá ali do seu lado pra enfrentar tudo e todos?

Sabe aquelas pra qm vc q dar a honra de ser madrinha dos seus filhos?

Sabe aquelas pra quem vc quer dedicar os últimos dias da sua vida?

Sabe aquelas que são suas melhores amigas?

Sabe aquelas em quem vc confia?


Então essas são as minhas amigas.


Cada uma com suas qualidades e defeitos estão sempre ali do meu lado, pra me apoiar e ajudar toda vez que eu preciso.


Foi com elas que eu passei os melhores dias da minha vida com quem eu enfrentei meus maiores problemas e minhas vitórias.


Foi com elas que eu chorei cada vez que tava mal foi com elas q eu vivi cada dia intensamente sem ligar pra opinião dos outros jamais.


Foi junto com elas que eu evolui, foi com elas q eu aprendi tudo que eu sei.


Foram elas que pegaram no meu pé cada vez q eu tava errada, elas que me deram os melhores conselhos mas tbm se não fossem elas eu não seria nem sombra do que eu sou hoje.


Independente das nossas diferenças sempre conseguimos nos entender e é por isso que estamos juntas até hoje.


Se em alguns momentos elas foram chatas isso foi pra me fazer pensar melhor nas coisas que eu estava fazendo.


Mas também elas não seriam minhas amigas se de vez em quando não apontassem meus defeitos.


Elas são as pessoas que eu mais amo e que estão acima de tudo.


Só por elas eu enfrentaria qualquer pessoa.


Por elas eu faço qualquer coisa, eu do minha vida pra fazer cada uma delas feliz.


A coisa mais difícil vai ser encontrar no mundo uma amizade mais verdadeira que a nossa.


Não há no mundo sentimento que chegue perto do que eu sinto por elas.


Não existem pessoas que me façam mais feliz que elas.


Cada momento de alegria que eu passei com elas foram os mais inesquecíveis e marcantes da minha vida.


Sabe aquelas que nunca te julgam por vc esta certa ou errada? que antes de tirar qualquer conclusão te mostra onde vc errou.


Então, essas são as minhas amigas.


As que eu amo de verdade.

Pois pra mim o que realmente vale é a felicidade delas, pois a minha felicidade depende da delas.

Amo-as muito e faço tudo por qualquer uma delas!!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Os dois lagos


Na Terra Santa há dois lagos alimentados pelo mesmo rio, o Jordão.

No entanto, ambos possuem características bem distintas.

Um é o Lago de Genesaré, também conhecido como Mar da Galiléia.

O outro é o chamado “Mar Morto”.

O primeiro é azul, cheio de vida e de contrastes, de calma e de ondas.

Flores amarelas fazem de suas margens um jardim.

O Mar Morto é uma lagoa densa, de água salgada, em que não há vida.

A água que vem do rio ali fica parada, estagnada.

O que faz ser tão diferentes esses dois lagos, alimentados pelo mesmo rio?

O Lago de Genesaré transmite generosamente o que recebe.

A água quando ali chega parte de imediato para remediar a seca dos campos.

Sacia a sede dos homens e dos animais.

É uma água altruísta.

A água do Mar Morto adormece e é salgada.

É uma água egoísta e inútil.

Com as pessoas acontece o mesmo fenômeno.

As que vivem com generosidade, dando-se e oferecendo-se aos outros, vivem e fazem viver.

As pessoas que recebem com egoísmo, guardam e não dão; são como água estagnada, que morre e causa morte à sua volta.

Muitas pessoas se parecem com o Mar Morto: só recebem, acumulam, não se dão; constroem uma vida amarga, desgraçada e infeliz.

á outras, porém, que dão e oferecem a si mesmas com generosidade, sem nada esperar como recompensa; são as mais felizes do mundo.

Quanto mais nós damos, mais recebemos.

Quanto menos partilhamos, mais pobres nos tornamos.

Um homem caminhava por um vale, quando encontrou um sábio.

Ficaram conversando sobre a existência de Deus.

O viajante disse:

“Se eu acreditar em Deus, tenho que aceitar também que não sou livre e nada do que faço é minha responsabilidade, pois as pessoas dizem que Ele é onipotente e conhece o presente, o passado e o futuro.

O sábio começou a cantar, e como estavam num desfiladeiro de montanhas, a música ecoava suavemente e enchia o vale.

De repente, começou a blasfemar ferozmente.

Seus gritos também refletiam nas rochas e voltavam até onde os dois estavam sentados.


Então concluiu:


“A vida é este vale, as montanhas são a consciência do Senhor e a voz do homem é o seu destino. Somos livres para cantar ou blasfemar, mas tudo que fizermos será levado até Ele, e a nós será devolvido da mesma forma. Deus é o eco de nossas ações”.